Oracle Real Application Clusters

O Oracle Real Application Clusters (Oracle RAC) é um opcional do Banco de Dados Oracle 11g Enterprise Edition e vem incluso com o Banco de Dados Oracle 11g Standard Edition (em clusters com um máximo de quatro soquetes). O Oracle RAC suporta a implantação de um único banco de dados em um cluster de servidores, fornecendo tolerância a falhas, desempenho e escalabilidade imbatíveis, sem necessidade de mudanças nos aplicativos. Os analistas estão percebendo a importância crescente do RAC em uma grande variedade de clientes em todos os setores, para processamento de transações e aplicações de data warehousing.

BENEFÍCIOS

* Disponibilidade 24×7 – Forneça disponibilidade contínua para os aplicativos do banco de dados
* Escalabilidade sob demanda – Expanda a capacidade simplesmente adicionando servidores ao seu cluster
* Baixe os custos de computação – Use hardware comum de baixo custo e reduza o custo da indisponibilidade
* Desempenho com recorde mundial – Opera mais rápido do que o mainframe mais poderoso
* Grid computing – O Oracle RAC é a base do grid computing

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VIRTUALIZAÇÃO: Oracle VM

Oracle VM é o software de virtualização de servidores que suporta totalmente aplicativos Oracle e de outros fabricantes, e é três vezes mais eficiente do que outros produtos para esse fim. Com o respaldo da organização de suporte da Oracle, os clientes têm suporte unificado de categoria empresarial para todo o seu ambiente de virtualização, incluindo o sistema operacional Linux, Banco de Dados Oracle, Fusion Middleware e aplicativos. Esses e outros produtos Oracle são certificados para uso com o Oracle VM, que pode ser baixado gratuitamente (inglês).

A Oracle é o único fornecedor de software que combina os benefícios das tecnologias de cluster e virtualização de servidores, oferecendo cluster, virtualização, armazenamento e gerenciamento integrados para grid computing. Descubra como o Oracle On Demand está virtualizando sua infra-estrutura com Oracle VM (PDF – inglês). Os maiores parceiros de tecnologia do mercado endossam e apóiam o Oracle VM (inglês).

O ORACLE VM OFERECE

  • Instalação simplificada
  • Implantação mais rápida
  • Mais eficiência
  • Suporte para Linux e Windows
  • Suporte unificado
  • Baixo custo total de propriedade
  • Software gratuito
  • Certificação para uso com Banco de Dados, middleware e aplicativos Oracle

Fonte: Oracle Brasil http://www.oracle.com

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Data Center Virtualizado

Para algumas empresas, a construção da próxima geração de data center, significa investir em uma ardósia eficiente das novas tecnologias. Esta provou ser a fórmula certa para Arcturus Realty, Canadá líder independente gestor de terceiros activos imobiliários, que atualizou as suas aplicações e middleware para “verde” suas operações. 
Arcturus gere carteiras de escritório, varejo e bens industriais, e sua clientela inclui os serviços financeiros, fundos de pensão, os grandes retalhistas, e do sector público e investidores privados. “Nós entregamos propriedade, instalações, operação e gestão de serviços de transição, bem como a elaboração de relatórios e desenvolvimento serviços de consultoria aos nossos clientes”, diz John Chung, Vice President da tecnologia da informação, Arcturus. 
Proporcionar todos esses serviços a essa grande variedade de clientes em toda a empresa foi desafiador. “Cada situação é única obrigação de prestar informações, mas temos lutado com os dados de transparência”, diz Chung. “Quando realizamos um levantamento dos nossos clientes, o n º 1 coisa entrevistados disseram foi que eles queriam informação rigorosa e atempada. Infelizmente, uma grande quantidade de informação crítica está na cabeça dos nossos gerentes de propriedade e contabilistas. Não é necessariamente em nossos sistemas. “ 
Arcturus queria automatizar a sua operação para tornar a empresa mais eficiente e produtiva. Tendo o centro de dados para o nível seguinte significado, como descreve Chung-lo, tornando-se um cartaz filho para Oracle. 
“Agora estamos usando Linux e Oracle Fusion Middleware para integrar e orquestrar todo o fim-de-final relatório mensal geração processo”, diz Chung. Arcturus agora pode gerar automaticamente o fluxo de trabalho tarefas, coordenar todos os especialistas e departamentos e, em seguida, mandar relatório em tempo real sobre o estatuto. Usando o Oracle Fusion Middleware e Linux, resultou numa diminuição do número de transações, menos erros, e escalabilidade maciça no modelo de negócios da empresa. 
Chung estima que cerca de 7 Arcturus está executando menos relatórios por propriedade, por mês. A empresa administra 587 propriedades, assim, menos 4.109 relatórios são gerados em cada mês. Esta redução da produção que gera economia monetária e permite a empresa a escala da operação, sem a expansão do centro de dados. 
“Menos servidor uso combinado com a nossa estratégia virtualização significa menor consumo de energia”, diz Chung. “O ROI é absolutamente clara e muito concreta em termos de dólares duro”. 
Os contabilistas amam a poupança e os utilizadores empresariais apreciam a nova funcionalidade. 
“Agora, a visibilidade ea responsabilidade para o fim-de-final do processo para todos os usuários envolvidos, incluindo as contas, gerentes de propriedade, locação pessoas, os vice-presidentes até mesmo nossos clientes”, diz Chung. “Nós podemos fornecer mais informações do que o homem-a-comunicação humana nunca fez.” 
Como negócio demanda sobre a tecnologia do centro de dados aumentam, as empresas procuram formas de tornar suas operações mais eficientes. A próxima geração de data center é o caminho ea meta das empresas escolher tecnologias que proporcionem resultados, a partir de maior disponibilidade e maior produtividade para uma maior eficiência e tecnologias “verdes”, que agilizar os negócios e tornar o centro de dados mais econômica. Estas empresas, no estabelecimento de uma próxima geração de data center, atingiram hoje os resultados de amanhã.

Fonte: http://www.oracle.com/technology/oramag/oracle/09-mar/o29datacenter.html

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CONHECENDO HINTS

Mesmo sabendo que o otimizador é incrivelmente preciso na escolha do 

caminho de otimização correto e uso de índices para milhares de consultas 

no seu sistema, ele não é perfeito. O ORACLE possui hints (sugestões) 

que você poderá usar para determinadas consultas, de modo que o 

otimizador seja desconsiderado, na esperança de conseguir melhor

desempenho para determinada consulta. 

         Os hints modificam o caminho de execução quando um otimizador 

processa uma instrução específica. O parâmetro OPTIMIZER_MODE de 

init.ora pode ser usado para modificar todas as instruções no banco de 

dados para que sigam um caminho de execução específico, mas um hint 

para um caminho de execução diferente substitui qualquer coisa que 

esteja especificada no init.ora. 

Contudo, a otimização baseada em custo não será usada se as tabelas 

não tiverem sido analisadas.

 

Hints disponíveis e agrupamentos

 

         Os hints disponíveis variam de acordo com a versão do banco de dados

 instalado. 

Embora este trabalho focalize apenas os hints que são usados com maior 

freqüência, muitos dos hints que não são abordados com detalhes podem

oferecer grandes ganhos de desempenho com um sistema específico.

Todos os hints disponíveis para sua versão de banco de dados, podem ser 

encontrados no Database Administrator’s Guide.

 

Usando Hints de métodos de acesso

 

         Os hints que são agrupados em métodos de acesso permitem que o 

codificador varie o modo como a consulta real é acessada. Esse grupo 

de hints é usado freqüentemente, especialmente o hint INDEX. Ele 

oferece orientação a respeito de se e como os índices são usados, e como 

os índices correspondentes serão mesclados para chegar à resposta final. 

Os hints de método de acesso são os seguintes:

 

         AND_EQUAL                 CLUSTER                 FULL

         HASH                         INDEX                     INDEX_ASC

         INDEX_COMBINE           INDEX_DESC            INDEX_FFS

         INDEX_JOIN                 NO_INDEX               RPWID

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Performance – Indices no Oracle

O banco de dados Oracle tem diversos mecanismos para melhorar a performance de suas queries (consultas).

Procure somente otimizar alguma query se realmente houver necessidade, ficar tentando otimizar antes mesmo de precisar é algo inútil e uma completa perda de tempo.

Vou primeiro enumerar alguns conceitos importantes antes de detalhar os índices:

  1. índice – é um objeto do banco de dados utilizado para acessar o dado existente numa tabela mais rapidamente
  2. ROWID – é o endereço físico do registro , informando em qual arquivo e setor o dado exatamente está.
  3. hint – são orientações de uso de índice ou algoritmo feitas para a engine do Oracle executar.
  4. analyze – método interno do banco usado para armazenar as informações exatas sobre os seus dados dentro do dicionário de dados. Essas informações serão usadas pelo Oracle em todo novo SQL.
  5. FULL TABLE SCAN – processo que o RDBMS não utiliza nenhum índice para ler os dados de uma tabela.

Basicamente toda vez que se executa um SQL no banco de dados, o Oracle tem como opção duas maneiras de trabalho: por regras e por estatísticas .

Antigamente se usava somente via regra e quase todas queries tinham hints, pois o otimizador do Oracle não era muito bom. Hoje quem trabalha só na base de regra é louco, isso existe no banco de dados assim como aquelas malditas colunas LONG RAW que só dão dor de cabeça ao desenvolvedor: compatibilidade!

Para não ter dor de cabeça é só manter as estatísticas de sua base de dados atualizada, que o Oracle quase sempre acha a melhor maneira de montar uma query. Se você tiver um jeito melhor, pode mesmo assim usar hint.

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O que são as certificações OCA, OCP e OCM ?

Oracle Certified Associate é o nível inicial para certificações, neste nível o candidato terá feito basicamente as primeiras provas dependendo da carreira que escolheu. Este nível de certificação reconhece os candidatos que estão iniciando sua formação e os permite acessar algumas informações dentro da comunidade OCA no site da Oracle university (OU). Esta certificação é obrigatória para que o candidato se torne um OCP e consequentemente um OCM.

Oracle Certified Professional é o nível de reconhecimento para os candidatos que possuem habilidades técnicas avançadas em gerenciamento de banco de dados Oracle. Para a obtenção deste certificado, é necessário realizar pelo menos um curso oficial e, se for o caso, realizar uma última etapa conhecida como Hands On Course Requirement Form em que consiste em fornecer à Oracle as informações sobre a data de início da realização curso, local do curso, nome do centro autorizado ou instituição que ofereceu o curso, etc… Então, após a conclusão bem sucedida de todas as etapas, o candidato receberá o certificado diretamente da Oracle dos Estados Unidos em 6 ou 8 semanas. Para aqueles profissionais que estão fazendo um upgrade da certificação OCP, por exemplo, do Oracle 9i para o Oracle 10g não será necessário realizar esta fase.

Oracle Certified Master é o nível de reconhecimento superior Oracle. Este nível certifica o candidato como sendo “Expert” na área escolhida pelo candidato. Para tal o candidato já deverá ter a certificação OCP e também terá que se submeter às simulações práticas em ambiente reais. Sobre o curso de dois dias, são dados aos candidatos os cenários em que são pedidos para executar as tarefas técnicas que requerem configuração, diagnóstico, resolução de problemas, backup e recovery entre outros. Os cenários devem ser terminados dentro de um tempo específico e não há nenhuma questão do tipo múltiplo-escolha. É altamente recomendado que os candidatos tenham um mínimo de três a quatro anos da experiência prática em gerenciar Banco de dados Oracle complexos. Atualmente este exame é realizado em dois dias em um ambiente previamente montado nas seguintes cidades: Chicago nos Estados Unidos; Düsseldorf na Alemanha; Reading no Reino Unido; Seoul na Coréia; Hong Kong na China e Tokyo no Japão. Para ser um profissional OCM o candidato terá que freqüentar pelo menos dois treinamentos oficiais Oracle. O exame prático para obtenção da certificação OCM focaliza em oito áreas de tópico preliminares:

* Configuração da base de dados

* Configuração de rede de Oracle

* Instalação e configuração do Oracle Enterprise Manager

* Disponibilidade da base de dados

* Gerência de dados

* Gerência da base de dados

* Gerência de desempenho

* Standby database and Data Guard

Fonte: Prometric

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Gerenciamente automático da SGA – Oracle

Para deixar sua memoria em modo automático e só você setar os parametros abaixo:

ALTER SYSTEM SET SGA_TARGET = 1504M; — esse e o tamanho da minha SGA Target 
ALTER SYSTEM SET SHARED_POOL_SIZE = 0; 
ALTER SYSTEM SET LARGE_POOL_SIZE = 0; 
ALTER SYSTEM SET JAVA_POOL_SIZE = 0; 
ALTER SYSTEM SET DB_CACHE_SIZE = 0; 
ALTER SYSTEM SET STREAMS_POOL_SIZE = 0; 

e depois conferir utilizando o comando:

show parameter sga_target 

Abraço galera!

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Recuperando a senha SYS do Oracle

No prompt (tanto no servidor Linux quanto no servidor Windows)… 

Entre no Oracle da seguinte forma: 

sqlplus / as sysdba 

Digite a seguinte linha de comando dentro do Oracle para alterar a senha do user SYS: 

alter user sys identified by NOVASENHA; 

Abraços e até a próxima!

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Manuais do Oracle Database 10g

Adivinha quantos manuais existem para o Oracle Database 10.2?

  1. 12
  2. 36
  3. 120
  4. 360

Se você entrar no site da documentação você contará com nada mais, nada menos que 360 manuais. Não, não estou brincando não. Entre lá e confira você mesmo.

Bom é verdade que tirando todas as documentações específicas para instalação em diferentes plataformas, SO, storage e suas respectivas notas de lançamento, ficam apenas 141 manuais… o que lhe parece bem mais razoável, não?

Se você tirar todos os pacotes opcionais ou comprados separadamente, conseguimos enxugar para 50 manuais apenas. Veja que estamos tirando da lista coisas importantes como Data Guard, RAC e HTML DB, XML DB, entre outros. Bom, agora vem a pergunta de 1 milhão de euros (dólar não tá com essa bola toda): o que eu devo ler?

  1. O manual completo de instalação do Oracle em sua plataforma predileta junto com os seus respectivos “release notes“. Os “release notes” devem ser sempre lidos a partir do site da Oracle, pois são atualizados com freqüência, ao contrario dos demais manuais.
  2. Se você está começando e não tem a menor intenção de se tornar um DBA, então leia o “2 Day DBA“. Se você pretende trabalhar como DBA, leia de cabo a rabo o “Administrator’s Guide“. Não toque em nada em produção enquanto não ler isso.
  3. Se você não está entendendo bem o “Administrator’s Guide” leia o “Concepts” antes. Você vai ter que ler isso mais cedo ou mais tarde. Dá uma visão geral muito boa.
  4. Todo desenvolvedor que usa Oracle deve ler o “Application Developer’s Guide – Fundamentals” e o “PL/SQL User’s Guide and Reference“. É claro que os DBAs também devem ler tudo, de cabo a rabo.
  5. Algumas ferramentas básicas que o DBA deve conhecer: “SQL*Plus® User’s Guide and Reference” e “Utilities“. Não viva sem elas.
  6. Conhecer profundamente a parte de segurança é investir na manutenção do emprego do DBA: “Backup and Recovery Basics“, “Backup and Recovery Advanced User’s Guide” e pelo menos o “Security Guide
  7. Agora os guias de referência que você não vai conseguir viver sem: “Reference“, SQL Reference“, “Backup and Recovery Reference“, “Error Messages” e “PL/SQL Packages and Types Reference“. Você não vai ler eles inteiros, mas saber como eles estão organizados e onde achar o que precisa rapidamente é fundamental.

Fonte: http://www.midstorm.org/~telles/2008/07/31/manuais-do-oracle-database-10g

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Tamanho Ideal dos Arquivos de Redo Log

tamanho-arquivos-de-redolog

Fonte: http://felipeduarteshimizu.wordpress.com/

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