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Gerenciamente automático da SGA – Oracle

Scripts

Para deixar sua memoria em modo automático e só você setar os parametros abaixo:

ALTER SYSTEM SET SGA_TARGET = 1504M; — esse e o tamanho da minha SGA Target 
ALTER SYSTEM SET SHARED_POOL_SIZE = 0; 
ALTER SYSTEM SET LARGE_POOL_SIZE = 0; 
ALTER SYSTEM SET JAVA_POOL_SIZE = 0; 
ALTER SYSTEM SET DB_CACHE_SIZE = 0; 
ALTER SYSTEM SET STREAMS_POOL_SIZE = 0; 

e depois conferir utilizando o comando:

show parameter sga_target 

Abraço galera!

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Recuperando a senha SYS do Oracle

Erros

No prompt (tanto no servidor Linux quanto no servidor Windows)… 

Entre no Oracle da seguinte forma: 

sqlplus / as sysdba 

Digite a seguinte linha de comando dentro do Oracle para alterar a senha do user SYS: 

alter user sys identified by NOVASENHA; 

Abraços e até a próxima!

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Manuais do Oracle Database 10g

Noticias

Adivinha quantos manuais existem para o Oracle Database 10.2?

  1. 12
  2. 36
  3. 120
  4. 360

Se você entrar no site da documentação você contará com nada mais, nada menos que 360 manuais. Não, não estou brincando não. Entre lá e confira você mesmo.

Bom é verdade que tirando todas as documentações específicas para instalação em diferentes plataformas, SO, storage e suas respectivas notas de lançamento, ficam apenas 141 manuais… o que lhe parece bem mais razoável, não?

Se você tirar todos os pacotes opcionais ou comprados separadamente, conseguimos enxugar para 50 manuais apenas. Veja que estamos tirando da lista coisas importantes como Data Guard, RAC e HTML DB, XML DB, entre outros. Bom, agora vem a pergunta de 1 milhão de euros (dólar não tá com essa bola toda): o que eu devo ler?

  1. O manual completo de instalação do Oracle em sua plataforma predileta junto com os seus respectivos “release notes“. Os “release notes” devem ser sempre lidos a partir do site da Oracle, pois são atualizados com freqüência, ao contrario dos demais manuais.
  2. Se você está começando e não tem a menor intenção de se tornar um DBA, então leia o “2 Day DBA“. Se você pretende trabalhar como DBA, leia de cabo a rabo o “Administrator’s Guide“. Não toque em nada em produção enquanto não ler isso.
  3. Se você não está entendendo bem o “Administrator’s Guide” leia o “Concepts” antes. Você vai ter que ler isso mais cedo ou mais tarde. Dá uma visão geral muito boa.
  4. Todo desenvolvedor que usa Oracle deve ler o “Application Developer’s Guide – Fundamentals” e o “PL/SQL User’s Guide and Reference“. É claro que os DBAs também devem ler tudo, de cabo a rabo.
  5. Algumas ferramentas básicas que o DBA deve conhecer: “SQL*Plus® User’s Guide and Reference” e “Utilities“. Não viva sem elas.
  6. Conhecer profundamente a parte de segurança é investir na manutenção do emprego do DBA: “Backup and Recovery Basics“, “Backup and Recovery Advanced User’s Guide” e pelo menos o “Security Guide
  7. Agora os guias de referência que você não vai conseguir viver sem: “Reference“, SQL Reference“, “Backup and Recovery Reference“, “Error Messages” e “PL/SQL Packages and Types Reference“. Você não vai ler eles inteiros, mas saber como eles estão organizados e onde achar o que precisa rapidamente é fundamental.

Fonte: http://www.midstorm.org/~telles/2008/07/31/manuais-do-oracle-database-10g

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Tamanho Ideal dos Arquivos de Redo Log

Redo Log

tamanho-arquivos-de-redolog

Fonte: http://felipeduarteshimizu.wordpress.com/

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Certificação OCA agora com 2 exames

Certificação

Até 1° de Dezembro de 2008 era possível sim ter a certificação OCA 10g somente realizando a prova 1Z0-042 – Oracle Database 10g: Administration I. Porém, a Oracle Univeristy colocou novas regras no mercado de certificação desde Dezembro de 2008. O candidato à prova de OCA 10g deverá realizar dois exames, um exame de SQL, que possui quatro tipos de provas, e outra de administração I, pré-requisitos para o OCP.

Segundo a Oracle University, a mudança das regras é para melhorar a qualificação dos profissionais e a qualidade dos serviços aos seus clientes e parceiros.

Com essa nova regra, o candidato deve escolher uma prova do exame de SQL, podendo ser:

  • 1Z0-001 – Introduction to Oracle: SQL and SQL
  • 1Z0-007 – Introduction to Oracle: SQL
  • 1Z0-047 – Oracle Database: SQL Expert
  • 1Z0-051 – Oracle Database 11g: Fundamentals I

Após o sucesso no exame acima, ele deverá prestar para o último exame.

  • 1Z0-042 – Oracle Database Administration I

score de corte das provas ainda está entre 65% e 71%, dependendo da prova que prestará.

Outras dúvidas também podem ser respondidas, como:

1) Fiz o OCA 10g somente com 1 prova, será necessário realizar outra prova?

Não. Para quem tirou a certificação antes de 1° de Dezembro de 2008 terá o certificado obedecendo à antiga regra.

2) Preciso ter algum curso oficial Oracle para a prova?

Não, para ter a certificação OCA 10g até o momento, não é necessário qualquer tipo de curso oficial da grade da Oracle University para se candidatar, diferente para a certificação OCP, que éSIM necessário um curso oficial para a inscrição dos exames.

Resumindo, a certificação OCA 10g ficou precisamente US$ 125 mais cara que antes. Sobre a dificuldade das provas, isso dependerá sempre do candidato, quem é leigo no mundo Oracle, recomendo escolher o exame 1Z0-007, e para quem pretende entrar na área de desenvolvimento, tentar o 1Z0-047 dá uma valiosa “iluminação” ao seu currículo.

Para quem tiver dúvidas sobre as novas mudanças, entre no site da Oracle University.

Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/11299/oracle/certificacao_oca_agora_com_2_exames/

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Enterprise Mananger não abre? aqui voce encontra a solução!

Enterprise Mananger

eu tenho  a solução, vamos recriar o EM:

Banco de Dados: Oracle 10g

SO: Windows Server 2003

abre o cmd:
1º digite: emca -deconfig dbcontrol db -repos drop

2º digite emca -config dbcontrol db -repos create

Fonte: http://felipeduarteshimizu.wordpress.com

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Centros de Treinamento Oracle

Noticias

Para quem sempre está atrás de centro de treinamentos vou posta aqui a relação dos centros de treinamentos que são oficiais da oracle. Como eu estava atrás acredito que vai ajudar bastante pessoas que tambem tem interresse.

Agora, abaixo segue uma lista de centros oficiais da própria Oracle Univeristy.

BELÉM (PA)

Amazon Informatica LTDA
Av. Conselheiro Furtado, n. 3016, Cremação
Belém-PA
CEP: 66063-060

Tel: 55 91 4005-6900/6910
Contato: Rita Leão
E-mail: rita.leao@amazoncorp.com.br

CURITIBA (PR)

SOFTSELL
Cerne Informática Ltda (Softsell)
Av. Nossa Senhora Aparecida, n.45
Curitiba, PR, 80440-000
BR
E-mail: treinamento@softsell.com.br
Home page: www.softsell.com.br
Fone: (041) 340-2369
Fax: (041) 242-1595

GOIÂNIA  (GO)

Unimix Tecnologia LTDA.
Endereço:
Rua 2, Nº 132, Quadra A 17 Lote 6 – Jardim Goiás
Cidade: Goiânia / UF: GO
CEP: 74.805-180

Fone/Fax: (62) 3218.4272
E-mail: diretoria@unimix.com.br
Home page: www.unimix.com.br

FORTALEZA (CE)

LANLINK INFORMÁTICA LTDA
Rua Boris, 90 – 1º andar
Bairro Centro CEP: 60.060-190
Fortaleza – CE
Contato: Dilson Junior
Fone: (85) 3466-8020 / 8031
Fax: (85) 244-1603

JOÃO PESSOA  (PB)

Unimix Tecnologia LTDA.
Endereço:
Avenida Senador Rui Carneiro 300 – 1º andar Sala 102 – Ed. Trade Office Center
Bairro: Miramar
Cidade: João Pessoa / UF: PB
CEP: 58.032-100

Fone/Fax: (83) 3225.3929
E-mail: diretoria@unimix.com.br
Home page: www.unimix.com.br

PALMAS  (TO)

Unimix Tecnologia LTDA.

Endereço: 103 Sul Rua SO 1 Lote 48
Cidade: Palmas  UF: Tocantins
Cep: 77.163-010

Tel: (61) 3026.1906
E-mail: diretoria@unimix.com.br
Home page: www.unimix.com.br

PORTO ALEGRE (RS)

FONTOURA EDUCATION
AV. POTÁSIO ALVES 2561, CONJ. 603
PETRÓPOLIS – PORTO ALEGRE/RS
E-mail: vendas@fontouraeducation.com.br
Home page: www.fontouraeducation.com.br
Fone/Fax: (051) 3392-2809

RECIFE (PE)

APPLY
Rua do Paissandu,567 – Sala 103
Derby – CEP 52010-000
E-mail: berna@applysolutions.com.br
Home page: www.applysolutions.com.br
Fone: (081) 3222-5977

Unimix Tecnologia LTDA.

Endereço:
Avenida Rui Barbosa, 1363 – Sala 18
Galeria Ponte D’Uchoa – Bairro: Graças
Cidade: Recife / UF: PE
Cep: 52.050-000

Fone/Fax:  (81) 3426.5137
E-mail: diretoria@unimix.com.br
Home page: www.unimix.com.br

RIO DE JANEIRO (RJ)

DBA – Engenharia de Sistemas
Av. Presidente Vargas, 3131 – sala. 306
Teleporto – CEP: 20210-030
E-mail: dbatreinamento@dba.com.br
Home page: www.dba.com.br
Fone: (021) 2515-3222
Fax: (021) 2515-3223

Extend software

Rua Marechal Câmara 160 – sala 1613 – Edifício Orly
Nome para Contato : Suzana Lemos
Email : treinamento@extend.com.br
Home Page : www.extend.com.br
Tel : 21-3094-3900
Fax : 21-3094-3900

SALVADOR (BA)

SYSDESIGN

Av. Tancredo Neves, 2421 – 9o. andar
Centro Empresarial Redenção
Pituba – CEP: 41820-021
E-mail: treinamento@sysdesign.com.br
Home page:www.sysdesign.com.br
Fone: (71) 2103-0200

Victória (ES)

CSI – Centro de Soluções em Informática
Av. César Hilal 1325, Santa Lúcia,
Vitória, ES, Brasil
Contact: Gabriela Buzim
Email: gabriela@csiway.com.br
Website: www.csiway.com.br
Phone: (27) 3315-5260

Quasar Consultoria e Sistemas Ltda
Rua das Palmeiras, n. 795, sala 501
Santa Luiza – Vitória – ES
Contato: Poliana
Email: treinamento@qcs.com.br
Tel: 55 27 3325-4783

SÃO PAULO (SP)

EN-SOF
Rua Luis Coelho, 340 – 7º andar
Consolação – São Paulo
CEP: 01309-000 – SP
Fone/fax: 55 (11) 3231-0411
e-mail: treinamento@en-sof.com.br
Homepage: www.en-sof.com.br

Seed Technology Solutions
LOCATION: ALA_BR_SP_SÃO PAULO
ADDRESS: Alameda Santos,
2.395, 6º andar – Cerqueira César
CEP: 01.419-002
Phone: (11) 3063-4486
Fax: (11) 3063-4486

Website: www.seedts.com
Email: treinamento@seedts.com

YKP (PeopleSoft and JD Edwards)
Rua Geraldo Flausino Gomes, 42, 3º andar (esq. Av. Engº Luis Carlos Berrini) Brooklin, São Paulo – SP
CEP: 04578-060
Contato: Cristiane Yoneya
E-mail: cristiane_yoneya@ykp.com.br
Fone: 11 2165-6900

Oracle do Brasil
Avenida Alfredo Egidio de Souza Aranha 100 – Bloco B
Sao Paulo, SP, Brasil.
CEP 04726-170
Phone: (11)-5189-1000

QUASAR
Av. Dr. Cardoso de Mello, 1750, – 9 Andar
Vila Olímpia – São Paulo – SP
CEP: 04548-902
Fone/fax: 55 (11) 3846-3226

E-mail:treinamento@qcs.com.br
Home page: www.qcs.com.br
SÃO LUIS (MA)

Parceiro: SHAP (MS Informatica Ltd)
Endereço: Av. dos Holandeses,
s/n, Quadra 33, Lote 06 e 07,
Sala 507, Ed. Metropolitan – Calhau – CEP: 65071-318

Fone: (98) 3235-8261
Fax: (98) 3235-8261

Email: angeline@shap.com.br
Website: www.shap.com.br

Podem confirmar os centros no próprio site da Oracle University (http://www.oracle.com/global/br/education/maps/index.html#1)

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Saiba como a Oracle avalia seus profissionais

Noticias

Transparência, consenso e objetividade. Esses valores são a base do novo método para a avaliação do desempenho individual dos profissionais adotado pela área de Consultoria da Oracle do Brasil, que tem boa parte de seus quadros alocada no cliente, em projetos de vários meses. 

?Quando avaliamos pessoas com as quais nos relacionamos no ambiente de trabalho há o risco de a subjetividade permear todo o processo?, comenta Michel Setzer, diretor sênior de Consultoria da Oracle do Brasil. ?Por isso, adotamos ferramentas e processos que tornem as avaliações de desempenho objetivas e justas, para que possam se transformar em um componente construtivo para a orientação das carreiras?, resume ele. 

Além dos tradicionais relatórios de auto-avaliação dos consultores que são cruzados com os de seus gerentes, a Consultoria da Oracle do Brasil criou há quatro semestres um ?Comitê de Avaliação?. Esse grupo é formado executivos e gestores seniores e recebe as auto-avaliações dos consultores e avaliações dos gerentes para revisá-las. Eles também analisam um dossiê sobre cada um dos funcionários feito pelo gestor do time ao longo do semestre. Nele estão reunidos os e-mails de elogios e de reclamações dos clientes, informações sobre os treinamentos realizados, os detalhes dos projetos nos quais o consultor participou e outros dados importantes que possam ser coletados ao longo do semestre. O processo de discussões caso a caso toma de dois a três dias úteis por semestre. 

Consenso nas avaliações 
Setzer reforça a importância da participação de outros gerentes ? além do superior direto de cada consultor ? no processo de avaliação. ?É natural que um gerente tenda, até por seu relacionamento afetivo, a avaliar positivamente o seu funcionário. Contudo, quando outros executivos participam, fica mais fácil ser mais objetivo?, defende. 

Cada membro do Comitê de Avaliação recebe um guia com as orientações de como reavaliar o material sobre cada consultor, dando especial atenção a fatos concretos, como o cumprimento das metas estabelecidas previamente, a profundidade do conhecimento que detêm sobre tecnologias específicas, qualidade do relacionamento com clientes, colegas e superiores, assim como o seu comportamento no período, segundo quesitos como capacidade de liderança, desenvoltura na comunicação verbal e postura no atendimento ao cliente. As promoções e aumentos de salários, ao final, são definidos em consenso pelo grupo de executivos. 

Curva de desempenho 
?Cada consultor é avaliado individualmente de acordo com as metas que cumpriu e segundo o seu desempenho, à luz da sua comparação com todo o grupo do seu mesmo nível hierárquico?, informa Setzer. Segundo ele, a Consultoria da Oracle adota, ainda, o conceito de ?ranking forçado? ? uma classificação dos profissionais em quatro categorias: desempenho excepcional, desempenho acima das expectativas, desempenho dentro das expectativas e aquém do desejável. Este método evita que os gestores sejam condescendentes com sua equipe e coloquem todos no grupo dos melhores e garante uma avaliação comparativa. Como sempre há diferenças de performance, deve-se motivar a evolução do time focando naqueles que precisam de maior desenvolvimento. 

?Estatisticamente sabemos que é normal nas consultorias que 70% da equipe tenha um desempenho dentro das expectativas; 20% acima das expectativas; 3% apresente um desempenho excepcional e 7% precise de um cuidado especial para atingir um desenvolvimento profissional melhor?, detalha o diretor. 

?Tendo em vista esta curva, fica mais fácil definirmos as promoções e aumentos de salário por mérito?, argumenta Setzer. ?Por outro lado, torna-se mais objetivo, também, avaliar o que pode ser feito para apoiar aquela parte do time que precisa de treinamentos específicos, aconselhamento profissional (coaching) ou orientação dirigida para superar seus desafios pessoais?, acrescenta. 

Adesão da equipe 
Setzer frisa que, nesses últimos quatro semestres, a prática de avaliação de desempenho por esses procedimentos foi fundamental para motivar a equipe. ?Temos de ter em mente que nossos profissionais passam a maior parte do tempo fisicamente longe da empresa, pois estão em projetos alocados no cliente?, ressalta. ?Nesse contexto, ter a oportunidade de ver seus feitos e realizações discutidos seriamente por uma equipe de gerentes e diretores tem trazido um maior envolvimento do time?, avalia Setzer. Para o diretor, os consultores perceberam que a avaliação pode se transformar em uma ferramenta objetiva para a evolução de sua carreira. 

?Esse processo vem ganhando um apoio surpreendente entre os profissionais, pois eles já notaram que dele, efetivamente, saem promoções, aumento de salários e o encaminhamento a treinamentos diversos ? desde cursos técnicos até programas de ?soft skills?, como cursos para liderança, apresentações em público, negociação e planejamento?, explica Setzer. ?Hoje temos maior justiça nas promoções e estamos a caminho de uma meritocracia genuína?, comemora o executivo. Com o sucesso desta iniciativa no Brasil, a empresa começa a replicar o mesmo modelo para todas as consultorias Oracle da América Latina. 

http://www.cadernodigital.inf.br/interna_noticia.php?idN=1264

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Adicionando um novo Datafile a uma Tablespace existente

Scripts

ALTER TABLESPACE TESTE ADD DATAFILE ‘C:\ORACLE\ORADATA\ORCL\TESTE.DBF’ SIZE 100M AUTOEXTEND ON NEXT 1024K MAXSIZE 5000M;

Obs: Nesse caso o datafile pode ter o tamanho máximo de 5000MB e vai ficar se espandindo de 1024K em 1024K, e seu tamanho inicial é de 100MB.

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Monitoração da tablespace temporária no banco de dados – Oracle

Scripts

–// ===========================================
–// monitoração da tablespace temporária no banco de dados
–// ===========================================
SELECT
d.tablespace_name tablespace_name,
d.status tablespace_status,
NVL(a.bytes, 0) tablespace_size,
NVL(t.bytes, 0) used,
TRUNC(NVL(t.bytes / a.bytes * 100, 0)) used_pct,
NVL(s.current_users, 0) current_users
FROM sys.dba_tablespaces d,
(select tablespace_name, sum(bytes) bytes
from dba_temp_files
group by tablespace_name) a,
(select tablespace_name, sum(bytes_cached) bytes
from v$temp_extent_pool
group by tablespace_name) t,
v$sort_segment s
WHERE d.tablespace_name = a.tablespace_name(+)
AND d.tablespace_name = t.tablespace_name(+)
AND d.tablespace_name = s.tablespace_name(+)
AND d.extent_management like ‘LOCAL’
AND d.contents like ‘TEMPORARY’

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